Dizimos: Um estudo detalhado sobre a verdade por tras desse Mito.

OBSERVAÇÃO: Sugerimos aos amados em Cristo, a ler o texto até o fim, preferencialmente acompanhado da sua bíblia, para que tenham fundamento bíblico para formar uma opinião consistente.

O que é dízimo? Imediatamente você poderá imaginar: Dez por cento dos meus rendimentos para os cofres da igreja. Mas, será que Deus ainda exige que pratiquemos alguma ordenança da lei do Antigo Testamento (da qual foi instituído o dízimo), mesmo depois do sacrifício do Senhor Jesus para remir o homem do pecado? Vamos conhecer a verdade que envolve esse MITO chamado dízimo, o qual está sendo levado aos fieis de forma desvirtuada, por muitos pregadores


Porem, antes de iniciarmos o nosso estudo, vamos à consulta aos dicionários da língua portuguesa, sobre o nosso assunto:

Dízimo: A décima parte
Dízima: Contribuição ou imposto equivalente a décima parte dos rendimentos.
Como podemos observar, dízimo é a décima parte (de qualquer coisa) menos dos seus rendimentos. Porque a fração equivalente a dez por cento dos rendimentos chama-se dízima. Porque então os pregadores pedem dízimo? A confusão começa por aí, porque na lei de Moisés, a qual foi por Cristo abolida (Hebreus 7.12,18,19), o dízimo nunca foi dinheiro para os cofres das igrejas.
Os dízimos aos levitas eram dez por cento das colheitas dos grãos, dos frutos das árvores e da procriação de animais que nasciam no campo em um determinado período. Resumindo: O dízimo era alimento destinado a suprir as necessidades dos levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida. Vejamos:
Deuteronômio 14.24-27: E quando o lugar que escolher o Senhor teu Deus para fazer habitar o seu nome, for tão longe que não os possa levar, vende-os e ata o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que escolher o Senhor teu Deus e compre tudo o que a tua alma desejar, e come ali perante o Senhor teu Deus, e alegre tu e tua casa. Porem, não desamparará ao levita que está dentro das tuas portas e não tem parte e nem herança contigo.
Considere a profundidade do texto bíblico onde o Senhor evidencia que, se o lugar que escolheu o Senhor teu Deus, para levar o seu dízimo, for tão longe que não os possa levar, Ele instruiu, que o seu dízimo deveria ser vendido, e o dinheiro atado na tua mão, (observe que não é na mão de nenhuma outra pessoa), ir ao lugar que escolheu o Senhor, e comprar o que a tua alma desejar, para ali fazer habitar o nome do Senhor Deus.
Portando amados, se o dízimo fosse dinheiro, o Senhor não iria mandar vender o que já era espécie.
O dízimo na lei de Moisés nunca foi oferecido da forma como está sendo feito hoje, porque o dízimo foi destinado para suprir as necessidades dos levitas, mas hoje, não há mais a personagem representativa do levita entre nós.
Porem, alguém poderá apontar para Malaquias 3.10 tentando justificar que fora ordenado ao dízimo, ser levado para casa do tesouro. No entanto se meditarmos nos livros de II Crônicas 31.5-12 e Neemias 12.44-47 vamos entender melhor o porquê Malaquias mandou levar o dízimo a casa do tesouro. Disse o Senhor: Para que haja mantimento na minha casa. E o que é mantimento?
Aquilo que mantém, provisão, sustento, comida, dispêndio, gênero alimentício, etc. Leia o estudo A REVELAÇÃO DO CAPÍTULO 3 DE MALAQUIAS para discernimento espiritual sobre a Palavra do Senhor texto.
Ainda em II Crônicas 31.13-19, a lei menciona que o dízimo era partilhado às comunidades dos levitas que trabalhavam nas tendas das congregações, segundo o ministério que cada um recebera do Senhor.
Hoje o dízimo está sendo direcionado para o líder ou para o dono da igreja, como também a cúpula de organizações religiosas, onde ninguém mais sabe a que fim se destina esse montante. Enfim, o dízimo não foi criado para assalariar o dirigente da igreja ou para prover as despesas pessoais desses, nem tão pouco para realizar obras missionárias ou para construir templos.

OS DÍZIMOS ANTES DA LEI

O DÍZIMO DE ABRAÃO - Gênesis 14.18-20: Abraão deu o dízimo dos despojos da guerra ao Rei Melquisedeque, sacerdote do Deus altíssimo, e foi por ele abençoado.
O DÍZIMO DE JACÓ - Gênesis 28.20-22: Jacó fez um voto ao Senhor, prometendo dizimar tudo quanto ganhasse, se em sua jornada fosse por Ele protegido e abençoado.
Em ambos acontecimentos, não há registro na palavra que tenha havido ordenanças para que se dizimassem. Especificamente nesses casos, os dízimos foram oferecidos de forma voluntária, espontânea, ou por voto, em retribuição e agradecimento, honra e glória ao Senhor Deus, pelas bênçãos recebidas e pelas vitórias conquistadas.
Assim sendo, hoje não se pode tomar como exemplo os dízimos de Abraão e Jacó, como fundamento para implantá-los como regra geral de doutrina na igreja, com o propósito de receber bênçãos e salvação, em nome de uma lei que fora por Cristo abolida.

O DÍZIMO PELA LEI

Números 18.21-26: O pagamento do dízimo foi ordenado pela lei do Antigo Testamento, e tinha caráter de caridade, pois a sua principal finalidade era suprir as necessidades dos Levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida, e também dos estrangeiros, órfãos e viúvas.
Deuteronômio 14.29: Então virá o levita (pois nem parte nem herança têm contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra das tuas mãos que fizeres.
Está na palavra, o dízimo foi criado por Deus, com a finalidade exclusiva de caridade aos necessitados, hoje é empregado para outros fins, diverso daquele que o Senhor ordenou.
Mas, ainda que os dirigentes das igrejas revertessem todo tributo dos dízimos e ofertas em obras sociais, ainda não estavam em conformidade com a palavra do Senhor, pois alem do dízimo ter sido abolido (Hebreus 7.5-12), a caridade ou amor ao próximo, é algo muito profundo, é individual e intransferível, é uma obra entre você e o Senhor teu Deus (Mateus 6.1-4).
Outro detalhe interessante que precisamos conhecer, quando o dízimo foi instituído pela lei (Números 18.20 a 24) com a finalidade de manter os filhos de Levi que administravam o ministério nas tendas das congregações, os quais não receberam parte nem herança na terra prometida, (Números 18.24”b”), o Senhor declarou que os filhos de Levi não teriam nenhuma herança no meio dos filhos de Israel.
Como também fora ordenado as demais tribos de Israel, que dizimassem aos Levitas, o necessário para a manutenção cotidiana, porque não possuíam nenhuma herdade. Hoje, a situação está a revés da Palavra, os trabalhadores, a maioria deles assalariados, ofertam o dízimo para os que vivem sem trabalhar, e em abundância de bens.

O DÍZIMO NO EVANGELHO DE CRISTO

No Evangelho de Marcos 16. 15, 16, disse Jesus: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado.
Observem que o Senhor Jesus mandou pregar o Evangelho, para que crendo, recebamos a salvação (I Coríntios 15.1, 2). Esse foi o propósito do Senhor ao oferecer o seu sangue em sacrifício vivo. E onde está a ordenança para o dízimo, senão no Antigo Testamento? Porque então o homem persiste em pregar e manter as ordenanças da lei, as quais foram por Cristo, abolidas? Pregar a velha aliança é exumar uma lei sucumbida e mutilar o Evangelho de Cristo, sobrecarregando as ovelhas do pesado fardo que Cristo levou sobre si.
No Evangelho de Cristo Ele nos ensina fazer caridade, nos ensina a orar, a jejuar (Mateus 6.1 a 18), e uma infinidade de outros ensinamentos, porém nas duas únicas vezes que Ele referiu-se aos dízimos, foi com censura. Vejamos:
Mateus 23.23 – Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé;deveis, porém, fazer estas coisas e não omitir aquelas.
Alguém poderá considerar que Jesus ordenou que se dizimássemos, porque Ele disse: Deveis fazer estas coisas. Vamos buscar o entendimento espiritual na palavra do Mestre:
Jesus era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4.4). Portanto, viveu Jesus na tutela da lei de Moisés, reconhecendo-a, e disse dessa forma, pela responsabilidade de cumprir a lei. Vejamos:
Mateus 5.17,18: Disse Jesus: Não cuideis que vim abolir a lei e os profetas, mas vim para cumpri-la, e, nem um jota ou til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
E verdadeiramente Ele cumpriu a lei. Foi circuncidado aos oito dias, foi apresentado na sinagoga (Lucas 2. 21-24), assumiu o seu sacerdócio aos trinta anos (Lucas 3.23, Números 4.43, 47), curou o leproso e depois o mandou apresentar ao Sacerdote a oferta que Moisés ordenou (Mateus 8.4, Levíticos 14.1...), e cumpriu outras formalidades cerimoniais da lei.
Porém, quando Cristo rendeu o seu espírito a Deus (Mateus 27.50,51), o véu do templo rasgou-se de alto a baixo, então passamos a viver pela graça do Senhor Jesus, encerrando-se ali, toda ordenança da lei de Moisés, sendo introduzido o Novo Testamento, o Evangelho da salvação do Senhor Jesus Cristo.
O que precisamos entender de vez por todas, que Cristo não veio a ensinar os Judeus a viverem bem a Velha Aliança, Ele disse: Um novo mandamento vos dou (João 13.34)e, se a justiça provem da lei, segue-se que Cristo morreu em vão (Gálatas 2.21).
Em Mateus 5.20 disse Jesus à multidão e aos seus discípulos: Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus.
Observem que o Senhor Jesus Cristo mandou justamente os escribas e fariseus (os quais o Senhor sempre os tratava por hipócritas, falsos) que cumprissem a lei de Moisés, lei que ordenava o dízimo. Nós porém, para herdarmos o reino dos céus, não podemos de forma alguma voltar no ritual da lei Mosaica como faziam os escribas e fariseus, com hipocrisia, mas precisamos exceder essa lei, a qual foi por Cristo abolida. O amor, a graça e a paz do Senhor Jesus excede a lei de Moisés e todo entendimento humano.
A Segunda vez que o Senhor Jesus referiu-se ao dízimo, foi na Parábola do Fariseu e do Publicano (Lucas 18.9 a 14) e outra vez censurou os dizimistas. Tomou como exemplo um homem religioso, que jejuava duas vezes por semana e dizia ser dizimista fiel, porém, exaltava a si mesmo e humilhava um pecador que suplicava a misericórdia do Senhor.
Isso acontece hoje exatamente da mesma forma, muitos ainda exaltam-se dizendo: “Eu sou dizimista fiel”, mas nesta narrativa alegórica, o Senhor Jesus Cristo exemplificou que no Evangelho não há galardão para os dizimistas fieis, ao contrário, Jesus sempre os censurou.

A ABOLIÇÃO DOS DÍZIMOS

Hebreus 7.5: E os que dentre os filhos de Levi receberam o sacerdócio tem ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão.
Observe, a palavra afirma que Moisés deu uma lei ao seu povo, a qual é direcionada aos filhos de Levi, especificamente aos que receberam sacerdócio para trabalhar nas tendas das congregações, os quais têm ordem segundo a lei de receber os dízimos dos seus irmãos. Agora note o relato do versículo 11:
Hebreus 7.11: De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade se havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque (referindo-se a Jesus Cristo) e não fosse chamado segundo a ordem de Arão? (menção a Moisés, o qual introduziu a lei ao povo).
Hebreus 7.12: Porque mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança na lei.
Meditando no texto acima, especificamente nestes versículos, onde a palavra do Senhor assegura que os sacerdotes Levíticos recebiam os dízimos segundo a lei (Hebreus 7.5), Porque através deles (sacerdotes Levíticos) o povo recebeu a lei (Hebreus 7.11) e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também, mudança na lei (Hebreus 7.12), porque se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (pelo qual o povo recebeu a lei), qual a necessidade do Senhor enviar outro Sacerdote? A palavra não deixa sombra de dúvida que não só o dízimo, mas toda a lei de Moisés foi por Cristo abolida. Mudou o Sacerdócio, necessariamente se faz mudança na Lei.
Se hoje, usarmos essa lei que fora direcionada especificamente aos filhos de Levi, aos que receberam o sacerdócio do Senhor Deus e aplicada ao povo, ela torna-se ilegítima, porque os “pastores” de hoje não são sacerdotes levitas, e Jesus afirmou que a lei e os profetas duraram até João (Lucas 16.16), e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz mudança na lei (Hebreus 7.12).
Portanto, apenas esses três versículos (5,11,12) do capítulo 7 da carta aos Hebreus, seria suficiente para entendermos a abolição de toda lei, e não falarmos mais em obras mortas como dízimo na era da Graça do Senhor Jesus.

AQUI TOMAM DÍZIMOS HOMENS QUE MORREM

A nossa maior preocupação em relação aos pregadores que tomam o dízimo dos fieis, vem incidir sobre o versículo 8 do Capítulo 7 da Carta aos Hebreus, observem o porquê:
Hebreus 7.8: Aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.
Toda cautela no que diz a palavra: Aqui tomam dízimos homens que morrem, ali aquele que se testifica que vive (alusão ao Rei Melquisedeque).
No Evangelho de Mateus 22.32, disse Jesus que Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos. O Senhor Jesus Cristo afirma que Deus, é Deus dos vivos e não é Deus dos mortos, e a palavra diz que aqui tomam dízimo homens que morrem, no que está legitimado no Evangelho de João 11.26, onde disse Jesus: Todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Essa afirmativa do Senhor é mais uma evidência que nos faz entender que, os que tomam o dízimo não crêem em Jesus, porque a palavra está dizendo que morrem os que assim procedem, tomando o dízimo do povo, voltam a viver as ordenanças da lei de Moisés que fora por Cristo abolida.
Diante da Palavra de Deus, até onde recebemos entendimento, dar e receber dízimo é obra morta, ou seja, obra da justiça da Lei do Velho Testamento.
Crer e viver por essa prática é estar sem a graça de Deus, pois assim explica a Bíblia. Estar sem a graça de Deus, é estar morto.
Certamente que, sem Cristo e, cumprindo e se justificando pela lei, qualquer homem ainda não tem a vida eterna, tanto o que dá e, também, o que recebe o dízimo. Pois a palavra afirma que nenhuma alma será justificada diante d’Ele pelas obras da lei (Romanos 3.20,28 – Gálatas 2.16).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

No Evangelho de Cristo, não há ordenança para se tomar o dízimo ou para se cumprir qualquer outro rito da lei. Jesus nos deu um Novo Mandamento, mandou pregar o seu Evangelho, ordenou amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, isto é, com caridade, e não estipulou percentual ou limite. Em Mateus 10.42 o Senhor mandou dar pelo menos um copo de água fria. Para o mancebo rico Ele mandou vender tudo e dar aos pobres (Mateus 19.21); e quando Zaqueu lhe disse que daria até a metade de seus bens aos pobres, Ele não confirmou a necessidade desse procedimento (Lucas 19.8, 9), disse apenas: Zaqueu, hoje veio salvação a esta casa.
Muitos saem em defesa do dízimo afirmando: Mas o Dízimo é bíblico (Número 18.21 a 26). Certamente, como também é bíblico: A circuncisão (Gênesis 17.23 a 27), o sacrifício de animais em holocausto (Levíticos Capítulos do 1 até 6.8-13), a santificação do sábado (Levíticos 23.3), o apedrejar adúlteros (Levíticos 20.10 e Deuteronômio 22.22), etc. É bíblico, mas pela ordenança da lei que Moisés introduziu ao povo.
Então porque hoje não cumprem a lei na sua totalidade, ao invés de optarem exclusivamente pelo dízimo? Querem o dízimo porque é a garantia de renda líquida e certa todos os meses nos cofres das igrejas.
O que também é bíblico, e o homem ainda não se conscientizou, é uma grande divisão existente na Palavra, separando a Velha Aliança do Novo Mandamento do Senhor Jesus; o qual testifica a doutrina para salvação (I Coríntios 15.1, 2). Porém hoje, qualquer esforço para voltar a lei de Moisés que Cristo desfez na cruz, é anular o sacrifício do cordeiro de Deus e reconstruir o muro por Ele derrubado (Efésios 2.13 a 15).
Apocalipse 5.9: Porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de todas as tribos, e línguas, e povos, e nações.
Portanto irmãos, o preço pela nossa salvação, o Senhor Jesus Cristo já pagou o mais alto preço, com o seu sangue inocente na Cruz. O Senhor ainda alerta: Fostes comprados por bom preço, não vos façais servos de homens (I Coríntios 7.23).
O dízimo hoje é remanescente por razões óbvias: Primeiramente, pela contribuição dos que arcam com essa pesada carga tributária.
Outra presunção vem por parte dos que são beneficiados pelos dízimos, esses incorrem no erro pela ausência de entendimento espiritual da palavra de Deus não diferenciando a lei de Moisés feita de ordenanças simbólicas e rituais, com a Graça e a verdade do Senhor Jesus Cristo, ou mesmo consciente da abolição dessa prática, assumem o risco dolosamente na desobediência à palavra do Senhor.
Porem, seja por uma ou por outra razão, o homem querendo ou não, aceitando ou não, o dízimo, como toda a lei cerimonial do Antigo Testamento, foi por Cristo abolida pela aspersão do seu sangue na cruz do Calvário: (Lucas 16.16, Romanos 10.4, Efésios 2.15, II Coríntios 3.14, Hebreus 7.12,18, 19).
Gálatas 5.14: Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amaras ao teu próximo com a ti mesmo.

Fiquem na Paz .


fonte: http://cristoeaverdade.net/

Penulis : Kyo ~ Sebuah blog yang menyediakan berbagai macam informasi

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11 comentários:

  1. Yeshua (Jesus) não pagava não era agropecuario.estava insento pela torah (Lei)
    Dízimo significa ALIMENTOS !
    Comerais os DÍZIMOS… !
    Deuteronômio 12:17-18 ; 14:22-23

    . O Dízimo é para ser doado aos pobres , para os orfãos, para as viúvas e para os Levitas. Deuteronômio 26:12-14

    . Malaquias 3:10 > “…Trazei todos os dízimos a casa do tesouro para que haja mantimentona minha casa…!

    obs. O que é mantimento ?

    Mantimento é alimentos.
    Habacuque 3:17 ; Neemias 10:37-39
    DÍZIMO É SINÔNIMO DE CARIDADE
    I CORINTIOS 13

    . DÊ O DÍZIMO AOS POBRES E NÃO AOS PASTORES.

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  2. Oi, sou cristã, frequento uma igreja.

    Minha igreja tem ar condicionado, banheiro limpinho e com papel higiênico descente, água gelada para beber e café quentinho, som, luz, sala para meus filhos estudarem, lanchinho, material de apoio e trabalhinhos que são enviados aos domingos e durante a semana também.

    O nosso pastor faz questao de reforçar que o dízimo e as ofertas são para o sustento da casa. Ou seja, se não fosse os dízimo e as ofertas, como em nome de Deus, o pastor sozinho iria arcar com a conta de luz, água, esgoto, despesas com biscoitos, sucos, material de limpeza, manutenção de equipamentos e segurança da própria igreja?

    Tudo bem, dízimo é mantimento, sustento e etc. Mas nós trabalhamos e chega para nosso próprio sustento o fruto do nosso trabalho. Se eu frequento uma igreja que no seu dia-a-dia possui trabalho com viciados, mendigos, prostitutas, doentes internados, 3ª idade, jovens, crianças, surdos-mudos, distribui bíblia de forma gratuita, distribui cestas básicas aos necessitados e em dias da semana e fins de semana anuncia o evangélio para todo aquele que entra em seu recinto, será que não é justo contribuir com uma oferta para sustento destes trabalhos e para a divulgação da palavra de Deus???

    Se eu chamar essa contribuição voluntária de dízimo, eu vou estar voltando às velhas ordenanças somente pelo fato de denominar a oferta de dízimo?

    Ora, aquele que esquadrinha o coração e sabe de todas as coisas, vê certamente o propósito da minha ação. Se estou fazendo isso para ser vista ou se estou ofertando com amor.

    Aprendi que Deus ama àquele que oferta (dizimo ou oferta) com alegria, sabendo que Deus é quem recebe o cheiro suave do nosso sacrifício, é também quem retribui, segundo o seu bom tesouro.

    Se o pastor, líder ou sacerdote utilizar o recurso de forma escusa, errada ou desviar para seu próprio bolso com ganância, essa pessoa poderá fazer isso anos e anos e não ser descoberta pelos homens, mas o tesouro (bom ou ruim) que acumulamos durante a nossa vida será pesado no dia do nosso juízo.

    Deixo a Deus a prerrogativa de dizer "Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. "

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  3. Minha querida eu só tenho uma coisa para te falar...
    Deus é o dono do Ouro e da prata, o dinheiro é a raiz de todo o "mal" o dinheiro é feito pelas piores pessoas do mundo e muitas vezes feito em circunstancias piores ainda, o ser humano , mata, rouba, deixa milhões morreram de fome para ter todo o dinheiro para ele, um verdadeiro monopólio, onde os governos cada vez nos roubam de tudo que é canto, e olha só a igreja é vista por muitos homens ricos e até não ricos, como um ótimo negocio e você deve saber o porque.
    Ta você diz que é para as contas do edifício, só volto a te lembrar que Jesus não congregava em templos.
    Atos dos Apóstolos
    17:24 O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;
    O templo limita sua intimidade com Deus, você acaba associando Deus apenas a aquele pequeno lugar.
    Agora cada um tem o seu entendimento sobre determinados assuntos.
    Eu pessoalmente duvido e muito que Deus queria algo tão sujo, corrupto e imundo como o dinheiro que é pedido de uma forma tão apelativa pelos pastores, padres e etc.
    Eu duvido se um pastor mesmo que tivesse condições abriria uma igreja sem poder pedir ofertas e dizimos eu duvido.
    Porem sei que ainda ha pastores diginos e que o fazem com bom coração, apesar de ser uma grande minoria no meio religioso.

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  4. Uma pergunta que gostaria de deixar no ar e caso alguém aqui saiba a resposta queira por gentileza esclarecer minha dúvida:
    Sabemos que em quase todas as igrejas A MAIORIA DAS PESSOAS SÃO VOLUNTÁRIAS (Ou seja não recebem salários para pregar). A depender da igreja o Pastor (assalariado) é responsável por mais de uma unidade desta o que o impossibilita de estar em mais de uma igreja ao mesmo tempo deixando a programação por conta do voluntariado.
    A pergunta que não quer calar é: SE A MAIORIA É VOLUTÁRIO POR QUE TODOS SEM EXCEÇÃO NÃO PODEM SER E UNS PRECISAM RECEBER SALÁRIOS PARA PREGAR ALGO QUE DEVERIA SER DE GRAÇA ?
    Respondam defensores do DÍZIMO a minha pergunta de forma LÓGICA e sem ENROLAÇÃO.
    Admiro a inteligência desses homens que pegam uma passagem bíblica falando de mantimentos como se esses fossem dinheiro e como se casa do tesouro fosse igreja (Embora não concorde com nada disso e considero ERRADO).

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  5. Excelente estudo.

    Eu minha família, composta de 5 membros sempre fomos contribuintes, achando que éramos dizimistas fiéis. De tudo separavamos a decima parte para entregar como se fosse dizimo. Aconteceu de o salário de meu esposo atrasar por dois meses, por causa de uma crise na empresa onde ele é gerente. Por isso, ele não pode entregar os 10% e o resultado foi imediato. Chamaram ele de ladrão e infiel. Ele era dirigente de congregação e não mais separado para cargo nenhum, pois a liderança maior da igreja determinou que só assumiriam cargos na igreja que fosse dizimista fiel.

    Tal afronta nos serviu de bênção, pois só a apartir disso é que fomos abrir nossos olhos para a realidade. Não estavamos roubando, pelo contrário estavamos sendo roubados em nome de Deus.

    Paramos de contribuir na forma como contibuiamos e isso causou um certo desconforto para nós, pois depois disso todas as mensagens vindas do púlpito tinham endereço. Meu esposo foi ameaçado de ser disciplinado e até de filho do diabo e anticristo foi denominado.

    Os dirigente foram orientados a não nos receberem em suas congregações, por sermos uma ameaça a "sã doutrina do dizimo".

    Meu esposo era professor de EBD e não podendo ensinar dos púlpitos, passou a escrever e divulgar o que realmente ensina a Bíblia. A situação se complicou ainda mais para nosso lado, mas estamos felizes, por saber que a Palavra de Cristo a nosso respeito se cumpre em nós, no que diz respeito a sofrer pelo Nome Dele.

    Visitem o blog do meu esposo: http://www.crentefeliz.blogspot.com.br/2012/10/dizimo-o-que-era-e-o-que-nao-e.html

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  6. ..........Dizimo é alimento kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkQuanta ignorância

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  7. obrigado pelo estudo,tem 16 anos que eu aceitei cristo como senhor da minha vida,e obvio que eu fui ensinado a respeito dos dizimos,ofertas e votos.verdadeiramente tive muitos percalços pelo caminho, mas eu me mantive fiel so que chegou um determinado momento que ficou insustentavel,muita dificuldade, muita luta.como diz a escritura provai-nisto se eu nao vos abrir as janelas dos ceus e derramar sobre vos bençaos tal que dela vos advenha a maior abastança.o meu entedimento começou a se abrir e com isso eu começei a estudar, me informar, a me interessar a respreito do assunto.a minha revolta contra essa situaçao se deu por nunca ver as janelas dos ceus abertas sobre minha vida. essa parte do versiculo so e conhecida na vida dos pastores.por favor quem ler entenda nao estou tocando na unçao de ninguem nem tao pouco blasfemando, isto e um desabafo de alguem que foi enganado durante muito tempo gloria a deus que o meu entedimento esta se abrindo.mas existe muitas pessoas sendo enganadas que deus tenha compaixao e misericordia do seu povo.obs oseias 4.6 obrigado abraços a todos.

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  8. Porque omitiu a última parte do versiculo na citação?
    Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas. Mateus 23:23

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